A esquerda neurótica

A esquerda brasileira não gosta das Forças Armadas. É um direito, mas não é um direito misturar tudo para passar para a opinião pública que o Exercito, a Marinha e a Aeronáutica só tem golpistas assassinos

Tiago Camilo ouro no judô categoria 90kg
Tiago Camilo ouro no judô categoria 90kg

Atletas brasileiros que ganharam medalhas nos Jogos Pan-americano de Toronto, no Canadá, foram envolvidos em polêmica que a esquerda brasileira adora criar. Ao subirem ao pódio para receberem a medalha, atletas militares que participaram dos Jogos Mundiais Militares Rio 2011 prestaram continência na execução do hino brasileiro, o que não vai contra regulamento ou norma nenhuma do COB ou do COI.

Mas a esquerda não perdeu a chance de fazer um daqueles textos de patrulha que fede a chorume. Prestar continência não é ideologia, é respeito à pátria. E também não é exaltação à ditadura militar. Não vamos sujar uma reputação de uma entidade como é o Exército que é muito importante para uma nação (principalmente uma nação com uma fronteira terrestre grande como o Brasil) confundindo coisas totalmente diferente.

A ditadura foi horrível e deixou chagas abertas até hoje, isso não é novidade e concordo. Mas não vamos confundir as coisas. Os atletas não estão endossando a ditadura e os crimes cometidos pelos militares daquela época sombria, que, o que entre nós, já estão os ossos.

A esquerda brasileira não gosta das Forças Armadas. É um direito, mas não é um direito misturar tudo para passar para a opinião pública que o Exército, a Marinha e a Aeronáutica só tem golpistas assassinos. É uma falácia.

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Autor: João Paulo

Editor-chefe de Brasil Decide

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