América do Sul está fazendo uma guinada para direita. Com a vitória de Aberlardo de la Espriella na Colômbia e a cada vez provável vitória de Keiko Fujimori no Peru, só sobrará o Brasil e Uruguai de países governados pela esquerda.
Teremos eleições no Brasil em outubro e o Uruguai é nosso “café com leite”: pequeno e sólido politicamente. Se o presidente Lula não for reeleito, o mapa sul-americano será pintado praticamente todo de azul.
Essa onda direitista seria impensável na primeira década do século 21 e há 3 anos a esquerda dominava o cone sul do continente americano. Essa virada se deve ao enfado da população das políticas públicas que se mostraram fracassadas quando executadas. Mas os eleitos precisam ter cuidado para não repetir a desilusão popular para os que estão saindo e propiciar o seu retorno.
América de Sul está se libertando!



Jair Bolsonaro, mesmo internado para mais cirurgia, resolveu escrever de próprio punho uma carta dirigida ao povo brasileiro confirmando sua indicação de Flávio Bolsonaro como o seu pré-candidato a presidente da República na tentativa de pacificar a própria família e dissipar qualquer dúvida sobre quem é seu escolhido para lhe representar na eleição de 2026.