Presidente Michel Temer partiu de vez para o ataque contra a Procuradoria Geral da República, especialmente o procurador-geral da República, Rodrigo Janot.
Temer acusou a acusação de ser “injuriosa” e “indigna”, dizendo que só tem ilações. Levantou suspeita contra o ex-assessor de Janot, que saiu da Procuradoria e advogou para a própria JBS. Acusou Janot de está no “bolso” de Joesley Batista. É de uma gravidade e mostra a guerra declarada Planalto x PGR.
Temer atrasou a declaração para deputados e senadores se juntarem a ele para mostrar que a denúncia não passará na Câmara. Precisa de 342 votos para o STF analisar a admissibilidade da denúncia. Em caso de aceitação, Temer seria afastado temporariamente do cargo. Em tom indignado, disse que é desagradável familiares o verem na TV sendo chamado de corrupto.
Temer também disse que conheceu o “bandido confesso” do Joesley junto com o Brasil todo. Disse que o áudio gravado da conversa dele com o maior produtor de proteína do país é “prova ilícita” porque jornais atestaram interrupções.
Temer diz que não sabe como Deus o colocou na presidência e está disposto a defender a instituição Presidência da República.