O presidente Michel Temer fez o tradicional pronunciamento de Natal e de fim de ano em rede nacional de TV/rádio. Ao elencar as conquistas e melhora da economia no ano de 2017, é notório um avanço significativo em comparativo com os dois últimos anos da maior recessão que o Brasil já teve.
Tudo isso mesmo com fortes ataques conspiratórios disparados pelas “flechas” de um Procurador-geral da República disposto a derrubar o presidente, entre outros motivos, para impedir a nomeação de sua desafeta e sucessora Raquel Dodge. E também com ataques de procuradores que em vez fazer seu trabalho ficam na imprensa e nas redes sociais comentando política e fazendo às vezes calúnias contra quem eles não gostam, da oposição, da mídia.
Mesmo com tudo adverso, Temer cumpriu a promessa na mensagem de 2016: Em 2017 venceremos a crise. Só não foi melhor porque não aprovou a reforma previdenciária muito pela conspiração de Janot em conluio com os criminosos da JBS, que fizeram uma delação cheia de furos e receberam em troca perdão judicial revisto ainda pelo ex-PGR ao perceber que as suas “flechadas” poderiam voltar contra ele.
Michel Temer não é o presidente dos sonhos, sempre orbitou nos governos de PSDB, PT e outros, mas está tomando medidas que precisavam ser feitas e não eram porque são impopulares. Como é o caso da reforma da Previdência: ele não quer deixar para o próximo presidente. Os presidentes normalmente deixam a bomba explodir no colo do próximo. Temer é diferente. Só estadistas sacrificam sua popularidade em prol do futuro do país e de sua gente.