
Era uma vez…
Um banqueiro ostentação que arma um esquema para seu banco crescer sem base sólida, cria uma teia de influência com políticos de variadas matrizes ideológicas, com figuras importantes do judiciário para seus interesses e se proteger, só que a frágil estrutura do banco não se sustenta e seus amigos políticos tentam ajudar seu negócio com um banco público (BRB de Brasília).
Políticos amigos do banqueiro no Congresso Nacional propõem projetos de lei para lhe ajudar, como elevar o limite de saque do FGC dos atuais R$ 250 mil para R$ 1 milhão e acabar com a autonomia do Banco Central; ministro do TCU influenciado por estes políticos tentando interferir no Banco Central.
Escritório de advocacia da esposa de ministro do STF recebendo vultuosa quantia em honorários do banco do banqueiro por serviços que ninguém diz e explica quais foram.
Ministro do STF puxando para a corte a investigação contra o banqueiro por um contrato com um deputado que nem investigado no caso é, coloca sigilo máximo, toma decisões esdrúxulas e controvérsias, cria confusão com a Polícia Federal que é quem investiga e tem forte laço no mínimo suspeito com pessoas investigadas no caso (batendo o pé: daqui não saio e ninguém tira de mim).
Senador indicando ex-ministro da fazenda para o banco e consultoria de ex-ministro do STF e que viraria ministro da justiça que comanda a polícia que investigaria o banco; seu escritório de advocacia recebendo honorários mesmo no cargo do governo.
Ex-presidente do BC fazendo vista grossa para fraude financeira do banqueiro.
O caso do Banco Master do banqueiro Daniel Vorcaro é a maior suruba institucional no país acostumado com surubas institucionais.