
Falta 1 dia para a abertura da 23ª Copa do Mundo de futebol. Será a primeira em 3 países (EUA, Canadá e México) e saltou de 32 para 48 seleções participantes.
Copa é momento único, de congregação e união dos povos, mas o momento que passa o mundo é de tensão com conflitos que provocam caos na economia mundial e a eterna ameaça de uma terceira guerra mundial. Além do conflito de Rússia e Ucrânia, que se arrasta desde 2022, a guerra entre EUA-Israel contra Irã não parece ter fim.
O presidente dos EUA, Donald Trump, entrou nele acreditando que bastava jogar umas bombas no território iraniano, matar o aiatolá que faria o mesmo que fez na Venezuela ao transformar o país num protetorado americano. Caiu no conto do premier israelense Netanyahu, que precisa de guerras para se manter no poder e não ser preso.
Além do clima bélico, também tem a rígida política anti-imigração e fronteirística do governo Trump, constrangendo quem é vítima e destruindo sonhos. Aliás, o papel submisso do Gianni Infantino a Trump constrange. O país sede de uma copa não pode abrir mão da sua autonomia e soberania, diferente o que fez certo país sul-americano que aceitou tudo que fora imposto, mas Infantino rasga as regras da Fifa ao se submeter como se fosse um funcionário do governo norte-americano ou de Trump.