
Era uma chance de ouro do nobre deputado provar que não é o “ogro” que dizem que é. Só que ele não aproveitou a chance. Na verdade, Bolsonaro tergiversou os 40 minutos de discussão com a ideia fixa que ele tem sobre ideologia, desarmamento, defender o regime militar e de sua honestidade (como se fosse mérito ser honesto mesmo neste momento).
Economicamente, Jair Bolsonaro só sabe do nióbio e do grafeno. E projetos megalomaníacos que justificam sua adoração pelos presidentes militares, além do próprio ser militar reformado.
Não aproveitou nem a chance de explicar o rolo da doação que a JBS fez pra ele na campanha de 2014. Se enrolou novamente ao tentar explicar como ele devolveu a doação ao partido e recebeu de volta a mesma doação.
Quem tinha convicção em não votar em Bolsonaro reforçou ainda mais ao assistir o debate na Jovem Pan. O intelecto do deputado não tem o nível de um presidente da República, onde há desafios complexos que fogem da questão ideológica pura e simples. É o mesmo nível intelecto de Dilma Rousseff, só que com o sinal trocado.


A primeira pesquisa de alcance nacional de olho na eleição presidencial de 2018 confirmou o que muitos desconfiavam: João Doria é a grande sensação da política. Só ele salva o PSDB de ficar de fora do segundo turno pela primeira vez desde 2002.
O polêmico deputado