O impeachment de Dilma atrapalha os planos de Alckmin

Geraldo Alckmin pensa em 2018 e sua candidatura ao Palácio do Planalto. Com o impeachment fica mais difícil dele viabilizar sua candidatura a presidente.

Não existe essa de fragilizar a democracia. Fragiliza a democracia é não cumprir a lei só para preservar cabeças de governadores e prefeitos irresponsáveis.

Essa fala de Alckmin é porque ele aposta suas fichas de ganhar a candidatura de Aécio Neves dentro do PSDB e suas poucas chances de ganhar a eleição de 2018 no enfraquecimento do PT com o desgaste do governo da presidente Dilma Rousseff.

Na visão de Alckmin, Dilma saindo da presidência o PT passaria para oposição ganhando um discurso e fôlego. Como se Lula já não fizesse oposição ao ajuste fiscal de Dilma e o PT está segurando o mandato dela para não entregar ao PMDB.

A mesma estratégia já foi usada pelos tucanos na eleição de 2006, justamente com Geraldo Alckmin de candidato. O resultado foi um desastre para o PSDB.

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Autor: João Paulo

Editor-chefe de Brasil Decide

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