
Passeando pelo Twitter dei de cara com o seguinte tuite do deputado federal Paulo Teixeira (PT/SP) (tinha que ser petista…)
“O Brasil precisa destinar metade das cadeiras nos parlamentos às mulheres. Afinal, elas são mais da metade da população.”
A ideia do energúmeno é populista e passando uma lei dessa mataria o significado de eleição. Porque eleição é disputa e você carimbando determinado percentual de cadeiras mataria a disputa saudável. Fora que ideias do tipo geram efeitos colaterais como a cota de 30% de candidatas mulheres que se transformou em “candidaturas laranjas” ou “candidaturas fantasmas”, só para preencher os 30% da lei.
A baixa representatividade das mulheres nos parlamentos se dar por falta de uma política atrativa dos partidos para atrair mais mulheres. Ações que faça as mulheres quererem entrar para política. Não é obrigando os partidos a destinar 30% das candidaturas para mulheres e, pior, segregar destinando metadade das vagas que o engajamento feminino vai crescer.
O pior é saber que já existe projeto de lei comprando a ideia do deputado Paulo Teixeira.