Se encerra a cúpula dos BRICS. O presidente Lula é pragmático. A turma que fica dizendo que o Brasil não deve se aliar a esse ou aquele país esses sim são ideológicos.
Tem que ser pragmático e fazer acordos internacionais independente dos costumes de países. Os liberais que são ideológicos e querem fazer alianças só com países da patota.
Chega de fazer aliança só com os EUA. O mundo não é só os EUA e países ocidentais que, segundo liberais, são “países democráticos”.
O Brasil não pode prescindir de fazer negócios com países que têm costumes e cultura diferentes da gente. Não pode deixar de fazer acordo com país rico em petróleo, por exemplo, porque o país é uma ditadura. Cada um que cuide de sua casa.
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O banco dos BRICS é, sim, uma boa!

Desculpa aos amigos liberais, mas discordo da crítica ao banco recém-criado dos BRICS – grupo dos países em desenvolvimento composto por Brasil, Rússia, China, Índia e África do Sul. A principal crítica é que o novo banco nada mais é do que uma continuação da política fiscal frouxa em um momento que os países apertam as finanças. A tal austeridade.
Não sou economista, mas vou tentar defender a ideia da criação do banco e, se meus argumentos forem frágeis demais, podem rebater eles com argumentos mais sólidos.
Não é que sou a favor da gastança, porém, não significa fechar todas as torneiras. Não é terminando de uma hora para outra com a política de consumo que a economia do mundo vai se recuperar, pelo contrário. Outra crítica é que o banco só está sendo criado porque os membros não têm influência no FMI – Fundo Monetário Internacional – e que o fundo cortou os “créditos fáceis”. Ora, juntamente por isso que a ideia de criar o banco é boa.
Chega desses países como Brasil e os outros membros dos BRICS irem ao FMI e se ajoelhar em troca de algumas migalhas. Chega do FMI ter o monopólio do dinheiro do mundo. Chega de o Dólar ser a única moeda oficial do mundo. Chega de monopólio na economia. O banco dos BRICS, bem administrado e sem desvios, pode ser o começo para derrubar o monopólio do FMI.