Para desespero do pessoal da Globo News, CNN e a turma antiTrump de Hollywood, Trump vem derrubando todas as previsões contra ele
Na noite de 11 de junho de 2018, no Brasil, e manhã de 12 de junho de 2018, em Cingapura, o mundo todo ficou ligado no encontro aguardado entre Donald Tump e Kim Jong-un. O encontro histórico entre o presidente dos Estados Unidos da América e da Coreia do Norte acontece justo em um momento bélico mundial. Se o encontro fosse com o Obama, o Google tinha feito um doodle bem bacana para comemorar a data.
Encontro que pode ser o início da unificação das Coreias, mas é a última etapa e ainda vai demorar anos para acontecer. Por agora, o importante é fazer o ditador norte-coreano desistir de querer produzir armas nucleares e abrindo diálogo com o sul da península coreana e países vizinhos. Além de cessar as ameaças contra os EUA. Politicamente, Trump sai muito fortalecido com esse momento histórico.
Para desespero do pessoal da Globo News, CNN e a turma antiTrump de Hollywood, Trump vem derrubando todas as previsões contra ele. Primeiro, a candidatura no partido republicano, todas as apostas na vitória da democrata Hillary Clinton na eleição, venceu e começaram as apostas quanto tempo para o impeachment, além de um temor do jeito sincero e explosivo de Trump causar a 3ª Guerra mundial. O tempo e os fatos desmoralizam os especialistas novamente.
Donald Trump vai conseguindo feitos e resultados nesse 1 ano e meio de mandato mais do que os 8 anos de Barack Obama. Se continuar no atual ritmo, a reeleição em 2020 é quase certa. E tome ranger de dentes e protestos/discursos hipócritas hollywoodianos, uma oposição feroz da imprensa, chororô de outros governantes, da ONU e cara de dor de barriga dos comentaristas da Globo.
O já falecido Kim Jong-il ao lado de seu filho e sucessor, Kim Jong-un. (Foto: Daily Telegraph)
Aloisio Villar
Quando eu era pequeno passava um filme no SBT chamado “Day After – O Dia seguinte”. Um dia parei pra ver e fiquei impressionado. Tão impressionado que começo por ele.
O filme trata de uma guerra nuclear. É, simples assim. EUA e União Soviética que se ameaçaram por décadas finalmente cumprem as promessas e se atacam. Não fica claro no filme quem faz o primeiro ataque até porque não é essa a importância e sim as consequências.
Depois que o cogumelo sobe na cidade americana, muita gente morre, cidades são devastadas e os sobreviventes passam por uma aparente tempestade de neve que não é neve, é radioatividade.
No fim quase ninguém sobrevive.
Por quê falei nesse filme?
Porque apesar de alguns anos depois do lançamento do filme Estados Unidos e União Soviética terem chegado a um tratado de paz, desarmamento, a União Soviética ter implodido e aparentemente estarmos livres dessas ameaças o mundo nunca estará livre de malucos.
Depois do fim soviético tivemos Saddam Hussein invadindo o Kuwait. Mexeu com o errado, não o Kuwait claro porque o mundo tá se lixando pra ele, mas com o petróleo.
Graças a isso caiu em desgraça e o maior genocida de nosso tempo, George W Bush, inventou umas armas químicas marotas em solo iraquiano para matar o ditador, tomar o país de assalto e implantar a democracia e a paz na base da porrada.
Osama Bin Laden era amigo dos americanos até enfiar alguns aviões no ventre de seu sistema. Em 2001 novamente o mundo perdeu a paz agora sob o medo do terrorismo e outros malucos foram surgindo como o presidente do Irã e sua bomba atômica.
O ser humano é o único ser vivo inteligente e o único capaz de acabar com sua própria espécie. Genial.
O maluco da vez vem da Ásia. Um baixinho, gorducho e playboy chamado Kim-Jong-un. Evidente que fui ao Google pra escrever seu nome. O problema é esse nome se tornar comum.
Esse rapaz bitolado é filho de um homem que também era bitolado chamado Kim-Jong-Il. Norte coreanos são famosos por viver em um regime ultra fechado, ter cara de quem tem prisão de ventre e de vez em quando arrumar uma confusão.
Além disso tudo vivem em uma sociedade que cultuam personalidades, mas diferente da nossa que também cultua pessoas, como Neymar, Ivete Sangalo e ex BBBs. Lá cultuam a família ditatorial que comanda o país e juntando isso a forçada de barra que ocorreu na morte do pai do Kinzinho, tivemos momentos dramáticos mostrados pela tv de todo mundo, de dor, choro e um pouco de encenação pelo passamento do “líder”.
Coréia do Norte sempre teve suas tretas com a do Sul e cinquenta anos atrás assinaram um cessar fogo, quer dizer, uma parada na guerra que de fato nunca acabou. Resumindo a história toda. Kinzinho estava entediado, sem nada pra fazer em seu país, já tinha bebido todas, pego todas as mulheres e decidiu reativar o problema com seus vizinhos coreanos. Cancelou o cessar fogo, disse que seu país estava em estado de guerra, direcionou mísseis para a Coréia do Sul e por último disse aos países que não podia mais proteger seus embaixadores.
Resumindo mais ainda. Fedeu.
E aí o leitor pergunta. O que temos com isso?
Tudo amigo. Lembra do filme que citei logo no começo? Então. Não temos mais a União Soviética, mas temos a Coréia do Norte que se não tem o mesmo poderio da União Soviética tem sim armamento nuclear pesado para trazer grandes problemas não só pra Coréia do Sul, como aos Estados Unidos que foram ameaçados e a humanidade inteira.
Até hoje apenas duas vezes tivemos armas nucleares usadas em uma guerra. As duas bombas atômicas jogadas sobre o Japão em 1945 e os efeitos foram devastadores com gente que nem existia na época, mas por ser descendente dos sobreviventes sofrendo as conseqüências até hoje em seus corpos e suas vidas.
E nisso falamos de armas usadas há sessenta e oito anos. Imaginando que tudo na vida evolui, até mesmo as ruins qual seria o poderio de armas nucleares hoje?
Não sei e espero que continue sem saber.
A princípio tudo isso me parece uma perigosa falácia. Uma fanfarronice do ditador coreano, mas nunca sabemos até onde vai a fanfarronice e chega a verdade. O mundo já esteve muito próximo de uma guerra nuclear na crise dos mísseis no começo dos anos 60 quando os mesmos foram apontados para Estados Unidos e União Soviética provocando grande apreensão.
E agora se não chegou ainda ao ponto daquela crise provoca expectativa e medo por não sabermos até onde isso pode chegar. Nada sabemos sobre o ditador coreano que é um ser obscuro para gente. Obscuro e perigoso.
Os mísseis já estão apontados. As vozes se elevaram em todos os lados e lá vamos nós de novo correr riscos de extinção graças a botõezinhos vermelhos ao alcance de dedo de gente maluca.
Que o filme não vire realidade e tudo realmente não passe de fanfarronice de gente, que como garotos de colégio, fica se ameaçando e pedindo pros coleguinhas não segurarem.