
Os Estados Unidos da América estão próximos de uma convulsão social que pode levar o país a uma guerra civil. O que a milícia de Donald Trump chamada de ICE está fazendo em todo país e com mais destaque na cidade Minneapolis no estado Minnesota lembra muito o que os nazistas faziam.
No passado, os judeus eram os caçados. No presente, os imigrantes ilegais.
Duas mortes de dois americanos (muita ironia; uma mulher que tentou fugir de uma abordagem da milícia de Trump sem colocar em risco os agentes e um homem em situação parecida) provocaram repulsa da população americana não só de Minnesota tanto a esta polícia que caça imigrantes ilegais sem o menor constrangimento de usar até crianças como isca para pegar os seus pais como a própria política anti-imigração do presidente.
Cada país é soberano para decidir quem pode entrar no seu território e Trump deixou claro na campanha que travaria uma guerra contra os imigrantes ilegais que ele generaliza chamando todos de bandidos. E está cumprindo nem que seja preciso passar por cima da Constituição e da dignidade humana.
Trump está mais agressivo no segundo mandato. Pode ser por vingança por ter sido até condenado na justiça e por ter o controle do Congresso, além de certa boa vontade da Suprema Corte. Mas essa tranquilidade pode acabar nas eleições de novembro que pode perder a Câmara e até o Senado.
Normalmente os presidentes americanos não vão bem nas eleições do meio de mandato que são quase um termômetro do governo. A aprovação popular de Trump desaba e ele tenta encobrir criando crises com históricos aliados como os europeus, com sua megalomania de querer entrar nos livros de história como o presidente que expandiu o país anexando a Groelândia e até o vizinho Canadá, que sempre foi parceiro dos EUA.
Só os americanos podem parar Trump. Que não seja tarde e não precise que seja derramando mais sangue.



O governo Lula (PT) vai mandar a embaixadora do Brasil na Venezuela para representar o país na posse do terceiro mandato de Nicolas Maduro, o tirano que governa o país vizinho com mão de ferro e controla as instituições daquele país.