Cadê o dinheiro?

Por uma dívida de mais de 2 mil reais, o destacamento policial de Tejuçuoca está no escuro. A casa é alugada para prefeitura municipal e a responsabilidade por ela é do poder municipal, que fica com a obrigação de zelar pela casa incluindo o pagamento das contas de água, luz, suprimento alimentar para os soldados.

Assim que tomou posse em janeiro de 2017, a prefeita Heloide Estevam (PMDB) cumpriu a ordem de seu marido e ex-prefeito da cidade para encerrar o programa PRÓ-CIDADANIA, que era o embrião para uma futura guarda municipal.

A violência atinge todo o Brasil e as cidades do interior não estão imunes, pelo contrário. Assaltos a bancos, tráfico de drogas e homicídios são constantes.

É irresponsabilidade e desleixo deixar acumular uma dívida astronômica na conta de luz do único posto policial e gastar quase meio milhão de reais na organização de eventos e festas. Fora despesas pessoais bancadas com dinheiro público.

17 meses de governo e nada de concreto para o município, para o seu povo, apesar das muitas promessas na campanha eleitoral.

Aprovou na Câmara de Vereadores um empréstimo milionário na Caixa Econômica Federal para construir uma nova e luxuosa sede da prefeitura, endividando o município e deixando a conta para futuros prefeitos.

Novo parcelamento da dívida do município com a TEJUPREV (previdência municipal) em 200 meses, comprometendo aposentadorias atuais e futuras dos servidores públicos.

Persegue servidores que não beijam as mãos e os pés do casal mandatário e privilegia seu grupo político e os familiares do Chefe. Tampas de bueiros quebradas por toda cidade se tornando verdadeiros depósitos de mosquitos transmissores de várias doenças.

É a administração que se gaba de ser moderna, de deixar a cidade limpa e cuidada. Pura enganação. A cidade nunca esteve tão abandonada, suja, com obras paradas da atual e de gestões passadas do mesmo grupo político.

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Autor: João Paulo

Editor-chefe de Brasil Decide

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