Pedro Parente entrega o cargo

Pedro Parente é a primeira vítima no governo da Revolta dos Caminhoneiros

Pedro Parente pediu demissão da presidência da Petrobras. “Viúvas” da política de Parente no jornalismo e as “vivandeiras do mercado” estão em polvorosas e inundando as redes sociais com seu choro. Em uma longa carta de renúncia ao presidente Michel Temer, Pedro Parente agradeceu o presidente por ter dado a honra de presidir a empresa, a autonomia, o conselho administrativo e enalteceu sua política que levou o preço dos combustíveis a níveis estratosféricos ao atrelar ao barril do petróleo internacional e do dólar.

É inegável que Pedro Parente recuperou a estatal do buraco. Como também é inegável que ele exagerou na dose e trocou o intervencionismo político na empresa por um fundamentalismo de mercado, e não o foi um populista de direita ou esquerda que falou isso. Foi de um extremo ao outro. Muito comum no Brasil. O agora ex-presidente da Petrobras vai carregar na sua biografia o apagão dos combustíveis, ele já carregava o apagão elétrico de 2001 quando ministro do governo FHC responsável por elaborar o racionamento de energia.

E mais: Foi na sua presidência que o brasileiro mais humilde teve que recorrer ao fogo a lenha e carvão por não ter como comprar um botijão de gás.


Por volta das 19 horas, o presidente Michel Temer fez um pronunciamento em que ratifica a escolha do conselho da Petrobras do nome de Ivan Monteiro, de presidente interino para efetivo. Monteiro chegou na Petrobras com o ex-presidente Aldemir Bendine, atualmente preso, no governo Dilma Rousseff e mantido por Pedro Parente.

Avatar de Desconhecido

Autor: João Paulo

Editor-chefe de Brasil Decide

Descubra mais sobre Brasil Decide

Assine agora mesmo para continuar lendo e ter acesso ao arquivo completo.

Continue reading