
PSOL é um partido que se diz “necessário” e diz que foi oposição à esquerda dos governos do PT, mas está sempre votando com o partido no segundo turno das eleições presidenciais e correu para protestar contra o “golpe” da presidente Dilma, a “perseguição” ao ex-presidente Lula, inclusive no palco da resistência quando a prisão foi autorizada.
Socialismo e Liberdade são duas palavras antagônicas que juntaram na mesma sigla. Um partido de extrema-esquerda que já teve membro queimando a bandeira de Israel colocando pra fora todo o antissemitismo. Partido de ideias econômicas retrógradas, sonhador de um socialismo utópico, que acha que para resolver os problemas da violência e sensação de insegurança basta legalizar as drogas, iluminar a cidade toda e desmilitarizar a PM. Que aplaude e defende invasões de terra como modelo de reforma agrária.
Pois um filiado não eleito desse partido provocou uma confusão na diplomação dos eleitos da eleição no estado de São Paulo. Tudo porque se sentia no direito de estar integrado na cerimônia por fazer parte de um “mandato coletivo” representado pela deputada eleita do PSOL para ALESP, Mônica Seixas. Expulso do local, não quis sair e teve que o presidente do TRE/SP ordenar a segurança do local a tirá-lo sem antes brigar com Alexandre Frota, deputado federal eleito pelo PSL, além de dá seu show de vitimização acusando sua não inclusão no local de racismo. PSOL é esse partido com representação irrisória que não respeita instituições e regras.
Guilherme Boulos, o candidato do partido para presidente, teve menos de 1% que dá pouco mais de 600 mil votos, a pior votação presidencial da existência do partido fundado em 2005. Mesmo assim, o partido se acha o sucessor do PT dentro da esquerda. Não surpreende a confusão que provocou em um momento que deveria ser o desfecho da “festa da democracia” e é isso que eles desejam: tomar o poder destruindo a ordem pública e inversão de valores. Mas é tão irrelevante – apesar de fazer barulho – que não vou perder mais tempo escrevendo sobre essa escória.