
Se tem um ponto positivo do governo de Jair Bolsonaro foi ele ter rompido com a lista tríplice inconstitucional da Associação de procuradores da República para PGR.
Ao nomear Augusto Aras, Bolsonaro fez uma revolução no MPF. Rompeu com o denuncismo lavajatismo de Rodrigo Janot.
Alega-se que um Procurador-geral fora da lista perde a autonomia e independência, o próprio Aras abriu inquéritos para investigar condutas do presidente e se posicionou contra o governo em vários ações no STF.
O procurador-geral tem que ser independente, óbvio, inclusive da classe que pertence. Ou vira líder sindical que só defende interesses da classe.