
Finalmente agiram para além das notas de repúdio. Bolsonaro precisa saber que suas ações e falas têm consequências. Mesmo sabendo que com Augusto Aras como procurador-geral chance de uma denúncia é quase zero. Mas os inquéritos abertos no TSE e no STF são um recado contundente que o presidente passou da linha tolerável. Ameaçar a realização da eleição de 2022 é o limite.
Não será com nota oficial e discurso burocrático que os ataques vão parar. Pelo contrário, tudo que ele quer é rivalizar com o sistema e reviver a candidatura outsider de 2018 (mesmo de faz de conta).