
A deputada federal Carla Zambelli (PL/SP) está fora do país, a princípio para tratamento médico, mas em entrevista disse que resolveu não voltar ao Brasil e morar na Europa, provavelmente na Itália. Também disse que vai se licenciar do cargo.
Zambelli aproveitou que tem recursos pendentes e deu no pé. Fugiu para não ser presa. Foi condenada com provas em um processo que foi acusada de ser a mandante de uma invasão de um hacker no sistema do CNJ e inserir documentos falsos – como um mandado de prisão contra o ministro Alexandre de Moraes.
Em outro processo que já conta com maioria para condena-la no caso ocorrido na véspera do segundo turno de 2022 quando saiu correndo pelas ruas de São Paulo com uma arma na mão atrás de uma pessoa que a ofendeu. Ministro Nunes Marques pediu vista e paralisou a votação.
Ela também teve o mandato cassado pelo TRE-SP por desinformação no período eleitoral contra as urnas eletrônicas. Esse processo subiu para o TSE em recurso feito pela sua defesa.
Carla Zambelli é uma criminosa. Mandar um hackear invadir o sistema do CNJ para “provar” a tese que o sistema eleitoral não é seguro é coisa de bandido, pilantra, vagabundo e não faz parte do embate político. Não adianta chorar depois acusando perseguição a um campo político.
A direita que tinha o mantra de não ter bandido de estimação defender a deputada por afinidade ideológica mostra que não difere do outro lado quando o assunto é defender os seus.