
Brasília saiu do papel pelas mãos de Juscelino Kubitschek ao assumir a presidência do Brasil. Ao ser cobrado por um eleitor de Goiás sobre mudar a capital para o planalto central como tinha na Constituição, JK prometeu que faria isso e conseguiu inaugurar a nova cidade no último ano do seu mandato, em 21 de abril de 1960.
Aqui temos vários textos sobre Brasília.
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Brasília era administrada por alguém designado pelo governo federal. A partir de 1990 os eleitores da capital passaram a votar e eleger diretamente o governador, vice-governador e deputados distritais para governarem o Distrito Federal (não só Brasília). Joaquim Roriz foi o primeito governador eleito de Brasília e teve como vice a filha de JK, Márcia Lemos Kubitschek de Oliveira.
1990
Joaquim Roriz (PTR) 366.035 votos (55,49%)
Carlos Saraiva (PT) 133.704 (20,27%)
Maurício Corrêa (PDT) 94.239 (14,28%)
1994
Cristovam Buarque (PT) 460.137 (53,89%)
Valmir Campelo (PTB) 393.710 (46,11%)
1998
Joaquim Roriz (PMDB) 537.753 (51,74%)
Cristovam Buarque (PT) 501.523 (48,26%)
2002
Joaquim Roriz (PMDB) 642.256 (50,62%)
Geraldo Magela (PT) 626.478 (49,38%)
2006
José Roberto Arruda (PFL) 663.364 (50,38%)
Maria Abadia (PSDB) 315.671 (23,97%)
Arlete Sampaio (PT) 275.660 (20,93%)
Rogério Rosso (PMDB) venceu eleição indireta em 2010 após os afastamentos do governador e vice-governador, com 54,17% dos votos dos deputados distritais.
2010
Agnelo Queiroz (PT) 875.612 (66,10%)
Weslian Roriz (PSC) 449.110 (33,90%)
2014
Rodrigo Rollemberg (PSB) 812.036 (55,56%)
Jofran Frejat (PR) 649.587 (44,44%)
2018
Ibaneis Rocha (PMDB) 1.042.574 (69,79%)
Rodrigo Rollemberg (PSB) 451.329 (30,21%)
2022
Ibaneis Rocha (PMDB) 832.633 (50,31%)
Leandro Grass (PV) 434.587 (26,26%)
Paulo Octávio (PSD) 123.715 (7,48%)