
O MBL (Movimento Brasil Livre) criado no fim de 2014 que ganhou relevância nos atos pelo impeachment da presidente Dilma Rousseff (PT) resolveu ter um partido próprio. Na noite desta terça-feira foi julgado e por unanimidade foi aprovado o registro no TSE.
Não é fácil a criação de um partido no Brasil, mesmo o país tendo dezenas deles. É preciso pouco mais de 500 mil assinaturas (0,5% do total de votos para Câmara dos Deputados na eleição de 2022) validadas.
Para ter uma ideia nem a força popular do bolsonarismo conseguiu criar o partido de Jair Bolsonaro, o Aliança pelo Brasil. Os “moleques” do MBL tiveram um plano, organização e souberam executar. Tudo que faltou no Aliança pelo Brasil. Mostraram como fazer.
Bobagem jogar a culpa da não criação do partido de Bolsonaro no “sistema” que não queria, que o MBL é a “direita permitida”. É desculpa para o fracasso e querer se eximir de responsabilidade. Aqui não entro no conteúdo do novo partido. Apenas parabenizo o grupo pelo grande feito. Nem o fato de mais um partido que com a cláusula de (barreira) desempenho tende a cair o número de agremiações e ficar apenas as que tiverem votos.