
William Waack escreveu um artigo excelente publicado na Folha de São Paulo (aqui). É verdade que a “piada” que ele fez lá nos Estados Unidos durante a cobertura das eleições em novembro de 2016, e o vídeo só foi vazado mais de um ano depois, foi uma mancha na grandiosa carreira desse jornalista de currículo invejável.
Mas não se pode querer aniquilar com ele ou queima-lo na fogueira. Foi um ato racista, William não é racista. A Globo o suspendeu e não tinha outro caminho sem ser rescindir o contrato com Waack, pois se reintegra estaria comprovado que a emissora cometeu injustiça com ele.
Livre para trabalhar em outro veículo, William Waack pode ser contratado pela rádio Jovem Pan. Bom para ele recomeçar em um novo ambiente e para rádio que vai ter em seus quadros um jornalista dos mais qualificados no mercado.
Nada de linchamento virtual ou caça às bruxas por uma fala infeliz.