
Um jovem comentarista da rádio paulista Jovem Pan, uma grata revelação no meio do jornalismo sem ser jornalista, está incomodando muita gente que não aceita opiniões que furem a bolha progressista de esquerda impregnada na mídia. Nome dele é Caio Coppolla, ou Caio de Arruda Miranda Coppolla, que com seus comentários sempre embasados em fatos e dados empíricos vem conquistando admiradores e mais admiradores. Consequentemente, quanto mais admiradores do Caio, também aumenta os famosos “haters”.
Mas mais do que os “haters” o que realmente é perigoso são os incomodados pelos comentários diários em uma rádio de grande porte e de grande alcance na população. Por isso, políticos e seus cupinchas partem para os ataques que na maioria das vezes são covardes, rasteiros, inventando ou deturpando informações pessoais para atingir a honra de quem está incomodando.
Henry Bugalho é um pseudo intelectual revoltado com a vitória de Jair Bolsonaro e um crescimento da vertente do liberalismo econômico e do conservadorismo. Passou a atacar influenciadores digitais da “nova direita”, aproveitando o clima de polarização aguda para ganhar likes e fazer seu canal no Youtube crescer. E conseguiu ganhar notoriedade se aliando a pessoas como Felipe Neto, um arqui-inimigo de Nando Moura, o alvo predileto no início dessa cruzada de Henry Bugalho.
O ataque de Henry Bugalho ao Caio Coppolla foi desprezível. Usando informações postadas pelo perfil “Além das Sombras”, fez insinuações maldosas de que o comentarista estaria a esconder alguma coisa e usando nome falso. Fazendo tabelinha, Henry Bugalho e o perfil “Além das Sombras” colocaram até a mãe do Caio na roda. Só que a acusação que fazem ao Caio Coppolla é tão insignificante como delinquente.
Esses canalhas tentaram associar o Caio a falsificação de documentos mesmo ele tendo Coppolla na sua certidão que carrega pela sua avó italiana e tem o direito de escolher qual dos sobrenomes vai usar ou até criar um nome artístico. Após uma nota de esclarecimento que Caio fez em tom de desabafo, Henry Bugalho cinicamente fez um vídeo com um título pegadinha – “Desculpa, Caio Coppolla” – que reforça os ataques ao comentarista.
Mudou a forma, mas no mérito continua risível. Segundo o Bugalho, Caio fugiu da resposta se vitimizando e a crítica é que ele não é imparcial nos comentários por ter uma agência de marketing que trabalhou para candidatos na eleição de 2018 e por ter sido assessor parlamentar. Não sou advogado de Caio Coppolla. Deixarei um trecho de uma entrevista do próprio ao jornalista Léo Dias.
“O problema da mídia em geral é que o ‘mainstream’ sofre de ‘afetação de imparcialidade’ ou seja: você dá importância similar a questões completamente diversas.”
Caio está muito certo no diagnóstico. A maioria da grande imprensa usa a imparcialidade camuflada para equiparar banana com maçã e fazer suas teses ideológicas vencedoras no duelo de narrativas. O problema não é a parcialidade ou imparcialidade de um jornalista, comentarista ou até a simples opinião de uma pessoa comum. Está no modo de como se noticia ou se comenta uma notícia e, nesse quesito, Caio ganhou e continua ganhando popularidade, respeito e simpatia. Ainda falta muito para quebrar o monopólio da esquerda na imprensa, no mundo acadêmico, etc. Mas ter Caio Coppolla com espaço na grande mídia é um alento.




