Ativistas

1013234_572453682792686_1544158442_nO grande problema de quem luta contra preconceitos, seja racial, contra a homofobia ou qualquer outro ativismo é justamente o ativista. Você começa a questionar a luta de um grupo social por causa de práticas usadas por essas pessoas. Em geral, líderes desses grupos.

Um exemplo disso é a causa gay. Você não quer ficar do lado do deputado Jair Bolsonaro, do pastor Silas Malafaia, do pastor Marco Feliciano, mas você olha o outro lado e vê Jean Wyllys como líder, que mais incita o ódio entre gays e religiosos (principalmente entre os evangélicos) do que tenta acabar com essa guerra.

Um exemplo é que ele não aceitou o acordo proposto pela ministra da cultura Marta Suplicy com a bancada evangélica para acelerar a votação do polêmico PL 122 (contra a homofobia) na Câmara dos Deputados.

Outro grupo que tem a imagem prejudicada por ativistas são as mulheres. As feministas com sangue nos olhos, apelidadas de “Feminazi”, que tem ódio aos homens, que algumas chegam a desejar a morte de todos os homens do mundo. Como se o homem e a mulher não pudessem conviver juntos. Aliás, o homem precisa da mulher, como a mulher precisa do homem.

Ativistas fazem pessoas se distanciarem e não gostarem dessas “lutas” (muitas justas) por não concordarem com suas práticas. Como, por exemplo, enfiar crucifixo no ânus como protesto na visita do Papa Francisco ao Brasil na Jornada Mundial da Juventude que aconteceu em julho de 2013, no Rio de Janeiro.

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Qual a necessidade de um jornalista escrever um texto sobre a “namorada branca” de Joaquim Barbosa? Não me vem nada que justifique. Ou melhor, vem sim. A falta de assuntos na política no fim de ano. E, mesmo isso, não justifica o texto absurdo que foi escrito.

Um texto que beirou (se não foi…) o racismo. Foi no mínimo racismo ao contrário. E isso não ajuda em nada a luta contra o preconceito racial, mas sim atrapalha e gera mais ódio entre raças. O cara que não é qualquer jornalista pé de chinelo, já foi editor da Editora Abril, para ficar só nesse exemplo, coloca como se fosse absurdo o Pelé ter namorado a Xuxa. Para ele a pessoa negra que faz sucesso, se namorar uma mulher branca, está renegando a sua própria raça. Não consigo medir o quanto é idiota um pensamento desse.