
Há 9 anos Dilma Rousseff era destituída definitivamente da presidência da República. Em 31 de agosto de 2016, o Senado votou e por 61 votos a 20 abreviou o mandato de Dilma, que foi reeleita em 2014. No mesmo dia o vice-presidente Michel Temer tomou posse – já ocupava o cargo enquanto acontecia o processo de impeachment. Quase uma década. Passa rápido. Nesse período teve a eleição de Jair Bolsonaro, uma pandemia, a volta do PT ao governo com Lula entre outros acontecimentos.
Foi o segundo impeachment desde a redemocratização – Collor foi o primeiro lá em 1992. É um processo traumático porque além de político precisa de um contexto jurídico para caracterizar o crime de responsabilidade e no caso da Dilma o motivo da denúncia que gerou o processo é polêmico, as “pedaladas fiscais”.
Como o Brasil é um regime presidencialista – disfuncional, a Constituição de 1988 foi elaborada para o parlamentarismo, mas o presidencialismo venceu o plebiscito de 1993 – afastar um presidente que perde o apoio no parlamento não é fácil como no parlamentarismo.
Mesmo com crises acho difícil acontecer um novo impeachment de um presidente da República perto do último, mas não é impossível.

Camilo Santana (PT), ex-governador, senador licenciado e ministro da educação do governo Lula (PT) está prestes a colocar sua esposa Onélia Santana, que é secretária do governo de Elmano de Freitas (PT), no Tribunal de Contas do Estado – TCE. Cargo vitalício (se aprovada pela ALECE fica até os 75 anos – com salário de quase R$ 40 mil.
Em Fortaleza/CE a disputa foi até as últimas urnas. Evandro Leitão (PT) obteve 716.133 votos (50,38%) e André Fernandes (PL) terminou com 705.295 votos (49,62%), uma diferença de 10.838 votos em um universo de milhões.
Próximo domingo, dia 27, a população de Fortaleza tem uma missão: não eleger Evandro Leitão (PT), o neopetista recém chegado, prefeito da capital do Ceará. E por quê? Fortaleza é o último reduto que falta para o partido fechar o domínio absoluto no estado.