
O PSB levou ao ar seu programa partidário em rede nacional de TV e rádio. A novidade do programa foi que não teve políticos do partido falando, o programa foi com animações e uma narração de um texto.
Nele, o narrador desenvolveu uma história mostrando erros do governo da presidente Dilma Rousseff e também de Luiz Inácio Lula da Silva. Ou seja, os 13 anos de governos do PT. Mostrou o engodo que é o slogan do segundo mandato de Dilma “Pátria Educadora”, que é só um slogan. Além de falar que a crise econômica e política é resultado da incompetência.
Sem, no entanto, cair no vício de criticar por criticar. O partido mostrou caminhos para mudança, um projeto de desenvolvimento sustentável calcado em: Educação de qualidade e tempo integral; com investimento contínuo em infraestrutura, em tecnologia de ponta, na economia criativa e em políticas sociais de Estado. Tocou em um assunto que se arrasta por décadas que é o pacto federativo, o partido propõe uma divisão do bolo tributário entre a União, estados e municípios. No final, uma homenagem a João Mangabeira, Miguel Arraes e Eduardo Campos.
O PSB se colocou como terceira via novamente e aponta na direção de ter candidato a presidente na eleição de 2018, a direção executiva do partido já tinha dito isso em resolução e foi reforçado no programa da quinta-feira (22). Resta a dúvida de quem será o nome que representará o PSB na disputa presidencial sem Eduardo Campos e Marina Silva.