Deixa o homem trabalhar

Jair Bolsonaro foi eleito com quase 60 milhões de votos

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Que a turma da “resistência” não aceitou o resultado do segundo turno de 28 de outubro de 2018, não é novidade. Temos nessa irmandade parte da grande mídia, artistas preocupados com o social liderados por Chico e Caetano, youtubers em busca de fama, intelectuais de esquerda, estes preocupados com a democracia e direitos resolveram ser a “resistência”.

Também eleitores do Alckmin que não se conformaram até hoje do pífio desempenho do seu candidato e assistiram o PSDB desmoronar tendo a pior votação para presidente desde a Constituição de 1988, a bancada no Congresso Nacional diminuir drasticamente, o tucanato só não foi pior graças a João Doria mantendo São Paulo com o partido contra o grão-tucanato e esses eleitores envergonhados.

Se fingem de “isentões” para criticar tudo que vem do governo e o presidente Bolsonaro. Não aceitam o conservadorismo de costumes do novo governo e o jeito popular do presidente, criticam até da mesa de refeições de sua residência particular, criticam tudo e mais um pouco; fazem piada, debocham, ridicularizam suas falas e de alguns ministros. Pegam fala fora de contexto para tripudiar. Maior exemplo é o que fizeram com a Ministra Damares Alves, quando há assuntos mais sérios e urgentes a debater.

Jair Bolsonaro foi eleito com quase 60 milhões de votos, não era o presidente dos sonhos e o mais capacitado para pegar o barco do Brasil em uma tormenta. Mas o outro lado tinha um candidato que banca o intelectual progressista que prometia resgatar a política econômica de Dilma, a mesma que quase afundou o barco.

Alternância de poder é um dos pilares da democracia. A democracia brasileira era capenga por só ter representantes socialistas, comunistas, social-democratas e centristas. Faltava uma direita que não tivesse vergonha de se dizer direitista.

Bolsonaro ocupou esse espaço fazendo o papel de antagonista ao PT, soube explorar o que o PSDB não conseguiu por ter perdido sua identidade quando Lula ascendeu ao governo e rasgou a cartilha revolucionária petista vestindo o figurino da social-democracia.

Faça oposição, exerça seu direito de contestar o poder, mas não com o fígado e com ressentimento.

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Autor: Brasil Decide

Editor-chefe: João Paulo

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