NOVO X VELHO

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Toda vez que vejo os críticos do governador Romeu Zema (NOVO/MG) por vender avião, carros, helicópteros do estado, fico pensando que esse pessoal prefere o governador que constrói aeroporto na fazenda da família e desfruta do avião de propriedade do estado para viagens pessoais, como acontecia há não muito tempo.

Obviamente que vender o avião, carros, não pendurar o retrato do governador nas repartições públicas, não morar em palácio, nada disso gera uma grande economia, mas é importante pelo valor simbólico. A mudança de mentalidade gera um exemplo incalculável para substituir o velho patrimonialismo por uma verdadeira República.

Mas o que incomoda nesses críticos é omitir que as críticas ao atual governo de Minas Gerais é por questões partidárias e de visões de mundo. Gosto e preferência política não se discute, mas deixe isso claro na sua crítica e não finja que ela é apartidária, sem viés ideológico.

Zema pegou um estado comparado com países europeus no pós-guerra da década de 1940 e nos primeiros dias de governo veio o desastre criminoso da Vale, em Brumadinho, para piorar a situação já caótica herdada de PT e PSDB. Mesmo assim, em 100 dias de governo, Zema já encaminhou muita coisa. Os críticos o acusam de ser “marqueteiro”.

Será que para esse pessoal gerar empregos também é marquetagem? Fica a pergunta no ar. Mande cartas para a redação.

 

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Autor: Brasil Decide

Editor-chefe: João Paulo

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