
Toda vez que vejo os críticos do governador Romeu Zema (NOVO/MG) por vender avião, carros, helicópteros do estado, fico pensando que esse pessoal prefere o governador que constrói aeroporto na fazenda da família e desfruta do avião de propriedade do estado para viagens pessoais, como acontecia há não muito tempo.
Obviamente que vender o avião, carros, não pendurar o retrato do governador nas repartições públicas, não morar em palácio, nada disso gera uma grande economia, mas é importante pelo valor simbólico. A mudança de mentalidade gera um exemplo incalculável para substituir o velho patrimonialismo por uma verdadeira República.
Mas o que incomoda nesses críticos é omitir que as críticas ao atual governo de Minas Gerais é por questões partidárias e de visões de mundo. Gosto e preferência política não se discute, mas deixe isso claro na sua crítica e não finja que ela é apartidária, sem viés ideológico.
Zema pegou um estado comparado com países europeus no pós-guerra da década de 1940 e nos primeiros dias de governo veio o desastre criminoso da Vale, em Brumadinho, para piorar a situação já caótica herdada de PT e PSDB. Mesmo assim, em 100 dias de governo, Zema já encaminhou muita coisa. Os críticos o acusam de ser “marqueteiro”.
Será que para esse pessoal gerar empregos também é marquetagem? Fica a pergunta no ar. Mande cartas para a redação.
Um dos caminhos para tirar nosso Estado do buraco é a geração de empregos. Temos trabalhado para isso acontecer e em fevereiro colhemos bons frutos. A construção civil teve um papel muito importante no resultado positivo que tivemos. Passo a passo vamos tirar Minas do vermelho. pic.twitter.com/T0gMHQzYEt
— Romeu Zema (@RomeuZema) 14 de abril de 2019