
Triste o que virou a esquerda brasileira. Como perdeu a capacidade de ganhar no argumento e no voto, vive de narrativas (muitas fraudulentas).
Sem conseguir conquistar mentes e corações partiu para destruição dos adversários e na maioria das vezes com mentiras.
Só nessa campanha eleitoral inventaram dois factoides contra dois governadores bem aprovados que devem voltar a vencer no primeiro turno em seus estados.
Em São Paulo, o candidato Fernando Haddad criou da cabeça dele que policiais seguiram e intimidaram o seu motorista. Foi desmascarado por uma investigação das autoridades.
Em Santa Catarina, um bando de arruaceiros armou uma arapuca para acusar a PM de agredir uma suplente do candidato petista a senador. A armação também foi desmascarada.
Diz defender a democracia, mas só é democracia se não existir direita e só a esquerda no poder sem alternância. Diz ser a “turma do amor”, mas o diálogo com quem pensa diferente é “uma boa bala, uma boa pá e uma boa cova”. Chama os outros de fascistas, mas na véspera da eleição convida para comer bolo tentando convencer a votar no seu candidato.
A esquerda se desespera por agora ter concorrência. Perdeu, Mané!