Ambientalismo xiita de Marina Silva

Não se pode brecar o desevolvimento da Amazônia com o ambientalismo xiita

O que a ministra do Meio Ambiente, Marina Silva, está fazendo é um crime contra a Amazônia. Por meio de um braço do seu ministério, o IBAMA, Marina vetou a exploração de petróleo na foz do rio amazonas. Na verdade é distante da foz do rio. É na margem equatorial.

O ambientalismo xiita mais uma vez atrasa o desenvolvimento de regiões com o paradoxo de serem muito ricas com uma população pobre. Preocupações legítimas com eco sistema não podem frear alternativas de desenvolvimento de regiões como a Amazônica.

Não se pode brecar o desenvolvimento da Amazônia com o ambientalismo xiita. E o que diz o presidente Lula a respeito? Aspa para o presidente: “Na Amazônia moram 28 milhões de pessoas. E essas pessoas têm o direito de trabalhar, comer. Por isso, precisamos ter o direito de explorar a diversidade da Amazônia, para gerar empregos limpos, para que a Amazônia e a humanidade possam sobreviver.”.

Se a Marina Silva não gostar, que peça para sair como da outra vez. Ela precisa entender que quem foi eleito foi o Lula e torço para o presidente reverter a decisão do IBAMA autorizando a Petrobras a explorar petróleo na Amazônia. O que a Marina Silva fez por meio do IBAMA foi crueldade com o povo amazônico. Condenar uma região inteira ao subdesenvolvimento por ambientalismo ideológico.

Recado para Gisele

Gisele está sendo um “para-choque” de ONGs e até de políticos

Gisele Bundchen volta a ser a “defensora da floresta amazônica”. Alguns meses atrás trocou até tuítes com o presidente Michel Temer pedindo que ele vetasse pontos polêmicos de uma MP – medida provisória. Agora, não citando diretamente Temer, Gisele critica e conclama todos a lutar contra o decreto presidencial acabando com uma área na Amazônia criada no governo Figueiredo, o último presidente militar, de 1984. Obviamente ganhou aplausos e apoio de outras celebridades, como Ivete Sangalo.

Segundo o ministro de Minas e Energia, Fernando Bezerra Coelho Filho (PSB), o fim da reserva ambiental conhecida por Renca “viabilizará o acesso ao potencial mineral existente na região e estimulará o desenvolvimento econômico dos estados envolvidos”. Respondendo críticas ao decreto e sem citar Gisele, o governo foi direto: “Territórios da Renca original estão submetidos à degradação provocada pelo garimpo clandestino de ouro, que, além de espoliar as riquezas nacionais, destrói a natureza e polui os cursos d’água com mercúrio”. Ou seja: a iniciativa do governo é regularizar o garimpo clandestino e passar a gerar riqueza para os estados do Pará e Amapá, o que vai gerar impostos para a União. Mas está tudo bem para nossas ilustres ativistas… Deixem nossa Amazônia, abutres! Deixem o garimpo clandestino degradar as áreas protegidas!

O que me incomoda é que Gisele e Ivete não devem nem saber o que é um decreto presidencial ou uma medida provisória. Estão todas entrando na onda de notícias de jornais e pareceres de ONGs internacionais ditas protetoras do meio-ambiente que adorariam a Amazônia transformada em território internacional tutelada pela ONU ou por elas mesmas. A Amazônia precisa ser protegida sim, mas desses ambientalistas brincando de babá de índio. Índio quer saúde, educação e não ativistas que se aproveitam no marketing ambientalista e político para ganhar dinheiro.

Gisele mora nos EUA com o marido Tom Brady. Que bom que ela lembra que é brasileira e como tal tem todo o direito, como cidadã, de se preocupar com a pátria-mãe, principalmente por ser influenciadora internacional. E o direito de ser ativista ambiental. Agora, Gisele está fazendo um papelão jogando para plateia, porque está na moda lutar pelo meio-ambiente contra os “predadores do Planeta Terra”.

Gisele está sendo um “para-choque” de ONGs e até de políticos, um papel ridículo para uma personalidade como ela.