Ambientalismo xiita de Marina Silva

Não se pode brecar o desevolvimento da Amazônia com o ambientalismo xiita

O que a ministra do Meio Ambiente, Marina Silva, está fazendo é um crime contra a Amazônia. Por meio de um braço do seu ministério, o IBAMA, Marina vetou a exploração de petróleo na foz do rio amazonas. Na verdade é distante da foz do rio. É na margem equatorial.

O ambientalismo xiita mais uma vez atrasa o desenvolvimento de regiões com o paradoxo de serem muito ricas com uma população pobre. Preocupações legítimas com eco sistema não podem frear alternativas de desenvolvimento de regiões como a Amazônica.

Não se pode brecar o desenvolvimento da Amazônia com o ambientalismo xiita. E o que diz o presidente Lula a respeito? Aspa para o presidente: “Na Amazônia moram 28 milhões de pessoas. E essas pessoas têm o direito de trabalhar, comer. Por isso, precisamos ter o direito de explorar a diversidade da Amazônia, para gerar empregos limpos, para que a Amazônia e a humanidade possam sobreviver.”.

Se a Marina Silva não gostar, que peça para sair como da outra vez. Ela precisa entender que quem foi eleito foi o Lula e torço para o presidente reverter a decisão do IBAMA autorizando a Petrobras a explorar petróleo na Amazônia. O que a Marina Silva fez por meio do IBAMA foi crueldade com o povo amazônico. Condenar uma região inteira ao subdesenvolvimento por ambientalismo ideológico.

Petrobras: privatização ou intervenção

A escolha de Sofia: acionistas, em detrimento da população sobretudo a mais pobre, ou o povo

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O mercado financeiro e seu mau humor até com uma unha encravada não gostou da intervenção do presidente Jair Bolsonaro proibindo a Petrobras de aumentar em mais de 5% o diesel nas refinarias que desagradaria quem já não anda satisfeito, caminhoneiros. O “mercado” já estava nervoso pelo entrave na reforma previdenciária e entrou em desespero com o que acusam de “dilmada” do Bolsonaro, mas o pessoal da boleia só espera uma faísca para paralisar o país novamente.

Toda interferência governamental em setores sensíveis na economia mais cedo ou mais tarde a conta chega e o preço é indigesto para todos. O Brasil paga até hoje pelo excesso de interferência de Dilma Rousseff na economia. Mas, diferentemente de alguns liberais que rechaçam intervenção do presidente na política de preços da Petrobras, não acho que ele deve ser cego para o que ocorre nas estatais que mexem no bolso do brasileiro, principalmente dos mais pobres.

A política introduzida por Pedro Parente recuperou a empresa do baque tanto pela corrupção quanto pela política intervencionista do governo Dilma. Mas provocou efeitos colaterais perversos, levou ao “caminhonaço” de 2018 e, posteriormente, sua queda da presidência da estatal. O preço do botijão de gás a quase R$ 100, por exemplo, fez com que muitas famílias recorressem – muitas ainda recorrem – ao velho e sempre eficiente fogo a lenha para cozinhar porque tinha que escolher comprar o botijão de gás ou a comida.

Defendo o fatiamento e, posteriormente, a privatização da Petrobras. Fatiar para que não se repita a privatização da Vale do Rio Doce, que passou da mão do Estado para a mão de um oligopólio privado. Esse processo teria que passar por um longo debate com a sociedade civil, líderes de classes, governo, Parlamento e Judiciário. A maioria ainda carrega o nacionalismo varguista contra a privatização da Petrobras. Mas só abrindo o mercado para terminar com o dilema entre defender o interesse da população ou de acionistas sem que o mercado financeiro tenha uma crise de criança mimada toda vez que o governo decida intervir pelo social.

Os preços dos combustíveis estariam blindados de interferência do governo e, por sua vez, o setor enérgico não seria mais monopólio estatal ou oligopólio privado. A concorrência tenderia a amortecer para o consumidor as oscilações do preço internacional do petróleo. Em outra frente, o governo investira em outras fontes de energia, de preferência em energia renovável, que Lula renegou depois que descobriu e cresceu o olho para o pré-sal.

Hoje é impossível o governo abrir mão de regular a política de preços da Petrobras sob pena de uma nova paralisação caminhoneira. É uma bomba relógio pronta para explodir. Não pode correr o risco de uma nova paralisação do transporte de cargas em um país super dependente de rodovias para transportar mercadorias e serviços, seria ainda mais catastrófico que há um ano. Com o seu poder constitucional legitimado pelo voto popular, o presidente tem o dever e fazer de tudo ao seu alcance para evitar essa tragédia até para preservar seu próprio governo.

A escolha de Sofia: acionistas, em detrimento da população sobretudo a mais pobre, ou o povo, sempre ficarei com o segundo grupo e fora de bolhas. Se soar populista, dane-se.

Pedro Parente entrega o cargo

Pedro Parente é a primeira vítima no governo da Revolta dos Caminhoneiros

Pedro Parente pediu demissão da presidência da Petrobras. “Viúvas” da política de Parente no jornalismo e as “vivandeiras do mercado” estão em polvorosas e inundando as redes sociais com seu choro. Em uma longa carta de renúncia ao presidente Michel Temer, Pedro Parente agradeceu o presidente por ter dado a honra de presidir a empresa, a autonomia, o conselho administrativo e enalteceu sua política que levou o preço dos combustíveis a níveis estratosféricos ao atrelar ao barril do petróleo internacional e do dólar.

É inegável que Pedro Parente recuperou a estatal do buraco. Como também é inegável que ele exagerou na dose e trocou o intervencionismo político na empresa por um fundamentalismo de mercado, e não o foi um populista de direita ou esquerda que falou isso. Foi de um extremo ao outro. Muito comum no Brasil. O agora ex-presidente da Petrobras vai carregar na sua biografia o apagão dos combustíveis, ele já carregava o apagão elétrico de 2001 quando ministro do governo FHC responsável por elaborar o racionamento de energia.

E mais: Foi na sua presidência que o brasileiro mais humilde teve que recorrer ao fogo a lenha e carvão por não ter como comprar um botijão de gás.


Por volta das 19 horas, o presidente Michel Temer fez um pronunciamento em que ratifica a escolha do conselho da Petrobras do nome de Ivan Monteiro, de presidente interino para efetivo. Monteiro chegou na Petrobras com o ex-presidente Aldemir Bendine, atualmente preso, no governo Dilma Rousseff e mantido por Pedro Parente.

Ciro Gomes acusa Pedro Parente de usar monopólio da Petrobras para ‘ganhos estrangeiros’

Pré-candidato a presidente Ciro Gomes (PDT) é o entrevistado do programa Roda Viva, na TV Cultura. Logo de saída, Ciro foi na jugular do presidente da Petrobras, Pedro Parente. Culpando a política de Parente, de atrelar o preço dos combustíveis ao mercado internacional, o presidenciável disse que o presidente da estatal usa o monopólio da empresa para “interesses estrangeiros”.

Primeiro passo

É claro que a corrupção deflagrada pela lava jato colaborou para o desastre na Petrobras, mas o principal motivo da crise na empresa foi a política intervencionista

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Depois de um longo inverno a Petrobras começa a mostrar recuperação financeira. A empresa anunciou uma redução no preço da gasolina e do diesel nas refinarias. Não deve ser uma redução muito grande para o consumidor, mas ajuda na batalha contra a inflação.

Foi só ter uma diretoria mais técnica, com credibilidade e sem a política palpitando para a Petrobras respirar. Mostra que a empresa pode ser eficiente sem precisar ser privatizada. É só ter uma administração profissional e racional, sem intervenção populista e a corrupção. É claro que a corrupção deflagrada pela lava jato colaborou para o desastre na Petrobras, mas o principal motivo da crise na empresa foi a política intervencionista e de conteúdo nacional.

Mas a privatização não pode sair do radar. É preciso debater a privatização da Petrobras, e de outras estatais, sem estereótipos. Um governo precisa focar nas prioridades da população, que é a saúde, saneamento básico, educação, segurança, habitação. Administrar uma empresa drenando recurso público é desperdício.