Segunda pesquisa Datafolha no segundo turno de São Paulo mostra Ricardo Nunes (MDB) com 51%; Guilherme Boulos (PSOL), 33%. Nunes recuou 4 pontos em relação com a pesquisa anterior e Boulos não cresceu nem caiu. Ou seja, o candidato do PSOL não conseguiu avançar mesmo usando o caos da energia causado pelo temporal de sexta-feira passada.
A rejeição de Boulos bateu em 56% (-2) e a de Nunes é de 35% (-2). É o principal obstáculo de Boulos: a rejeição. Além de seu passado controverso de “invasor” e pertencer a um partido de extrema esquerda.
A população de São Paulo pode até não estar satisfeita pela administração do atual prefeito, a alta intenção de votos brancos/nulos e abstenção (14%) é um sintoma que os candidatos que passaram para o segundo turno não agradam, mas pensa muito antes de entregar a cidade para a turma do PSOL. PSOL que não elegeu um prefeito em 2024. Em Belém (PA), Edmilson Rodrigues perdeu a reeleição no primeiro turno não fazendo 10% dos votos válidos.
A população de São Paulo (capital e estado) é vacinada para experiências políticas fracassadas que custam caro. Boulos e PSOL transformariam São Paulo em um laboratório da cultura woke.