
Jair Bolsonaro preso. Não mais em sua casa, mas na Polícia Federal, em uma sala de Estado-maior com os benefícios que um ex-presidente da República tem direito.
A prisão preventiva decretada pelo ministro Alexandre de Moraes se fez necessária pelo fato da tornozeleira eletrônica que o condenado por tentativa de golpe de Estado estava usando ter dado sinais de ter sido violada e o filho senador Flavio convocando apoiadores para uma vigília perto do condomínio onde Jair mora emulando os famigerados acampamentos nos quartéis do Exército após o resultado da eleição de 2022 que resultou na destruição no 8 de janeiro de 2023.
Flavio, o mais moderado dos filhos, já tinha colaborado para prisão domiciliar ao postar um vídeo de Bolsonaro, o que estava proibido. Aliás, foi pelo problema jurídico do 01 pela “rachadinha” (peculato = desvio de dinheiro público no seu gabinete quando deputado estadual no RJ) que levou o então presidente e seu pai a trabalhar para o salvar, usando instrumentos do governo.
Carlos, o 02, usou sua mente criativa de usar as rede sociais para montar uma milícia digital para atacar adversários, incluindo até aliados, autoridades que eram vistos como entrave ao projeto de poder do clã.
Eduardo, 03, usando sua interlocução com expoentes da direita estridente internacional tentou salvar o pai da prisão, mas só piorou a situação dele e a própria.
Ou seja, os filhos foram a perdição de Bolsonaro.