
Há um ano bandidos fortemente armados assaltaram e destruíram a única agência do Banco do Brasil do município de Tejuçuoca. A madrugada de 6 de fevereiro foi aterrorizante para a população daquela cidade do interior do Ceará. Fecharam vias da cidade, encurralaram a base dos 3, 4 policiais militares trocando tiros com eles e explodiram complemente a agência roubando quantia em em espécie não divulgada.
Durante esse ano do segundo assalto a mesma agência promessas do poder público municipal de que a agência seria reaberta e até hoje continua com tapumes sem sinal de reforma para sua reabertura. Há quem diga que a agência referida não será mais reaberta.
Segundo fontes, o Banco do Brasil fez exigências para reabrir a agência de Tejuçuoca. Exigências básicas: um local provisório cedido pela prefeitura para caixas eletrônicos até a agência ser reformada e câmeras de vigilância na entrada e principais ruas da cidade. A prefeita Heloide Estevam, segundo essas fontes, aceitou só a primeira alegando custos elevados para comprar as câmeras.
Para os políticos da região não tem dinheiro para comprar equipamentos que beneficiam toda a população, mas tem para contratar bandas de nome nacional – Raça Negra e Joelma (ex-calypso) – para megas eventos ou gastar mais de 80 mil reais em serviço de escritório de advocacia que cuida dos processos do ex-prefeito e marido da prefeita, Edilardo Eufrásio.
Ou a prefeita tem preferência na hora de gastar o dinheiro do erário, como quitar dívidas da sua campanha eleitoral. A campanha de Heloide gastou na eleição de 2016 R$ 104.750,00, para uma receita de R$ 31.000,00. Déficit de: R$ 73750,00 (declarados à Justiça eleitoral).
Enquanto isso, a população sofre para sacar seu salário, fazer transações bancárias com a única agência bancária que restou (Bradesco) ou tem que sair para cidades vizinhas. Quem não tem carro precisa pagar passagens de ida e volta, lance durante a viagem ou contratar quem faça essa viagem.
O casal já deve estar pensando na sucessão municipal de 2020, tanto a reeleição da prefeita ou a eleição de outro preposto de seu marido. Como o povo daquela cidade prefere o circo ao invés do pão, a vitória é certa.