
O ditador Nicolas Maduro está completamente desesperado. Depois de aprofundar o descalabro econômico e social do chavismo na outrora próspera Venezuela, de reprimir com muita violência os seus próprios cidadãos em manifestações, agora tenta de tudo evitar que caminhões com suprimentos em ajuda humanitária de vários países a entrar no país. Maduro ordenou primeiro o fechamento da fronteira com Brasil e também ordenou fechar a fronteira da Venezuela com a Colômbia. Não hesita em mandar atirar e até matar quem desobedecer. Já são duas mortes – indígenas – e vários feridos nessa crise que já é a crise mais delicada na América do Sul em muito tempo.
Para completar, a milícia de Maduro colocou fogo em caminhões com a ajuda humanitária. Tudo com apoio de uma ala de uma esquerda que ficou parada no tempo da guerra fria e acha que o inimigo é o imperialismo dos EUA. Gente que se diz defensor dos direitos humanos que na última presidencial brasileira dizia votar pela democracia e fecha os olhos para os crimes contra a humanidade praticados pelo ditador que está pronto para cair de podre.
Ser contra a ajuda humanitária a um povo que está morrendo de inanição e fugindo de seu país justificando temer se tratar de intervenção estrangeira capitaneada por Donald Trump é colocar a ideologia acima de tudo. Manter apoio a um regime que deu um golpe e tirou poderes constitucionais da Assembleia Nacional após ter perdido a maioria nas eleições parlamentares de 2015, convocando uma Assembleia Constituinte apenas com apoiadores, que controla o Judiciário e os militares, é colocar a ideologia acima de tudo.
PT, PSOL, PCdoB, PSB e outros membros dessa esquerda sem ser dos partidos citados, entre eles artistas e intelectuais, usam palavras direitos humanos e democracia para levantar bandeira. Na hora da verdade o sangue stalinista fala mais alto, são cúmplices. A maioria contra Maduro não deseja uma guerra no cone sul e prefere que os venezuelanos se libertem por conta própria, mas quem está provocando uma clima bélico é o próprio ditador em busca de um inimigo externo capaz de revigorar sua ditadura permanecendo mais tempo no poder para infelicidade de uma Venezuela em cacos.
Como eles dizem: Não passarão!
Mesmo assim, a petezada diz que Bolsonaro é o “fascista” do pedaço!